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quinta-feira, 9 de julho de 2015

COMO ESCOLHER A RAÇÃO DO SEU PET?

Cães e gatos necessitam de uma alimentação balanceada, com nutrientes que forneçam energia. “O tutor deve escolher a marca da ração de acordo com a qualidade do produto. Existem diferentes marcas disponíveis no mercado, mas a matéria prima que a ração é feita determina a qualidade da mesma; essa qualidade é mensurada no físico do animal, no brilho do pelo, na quantidade de matéria fecal, na energia do animal”, aconselha a Dra. Elaine Pessuto, médica veterinária, professora e diretora do CETAC – Centro de Ensino e Treinamento em Anatomia e Cirurgia Veterinária.
Vale ressaltar que a escolha da ração deve se basear primeiramente na fase de vida do animal, ou seja, a idade, pois cada fase de vida exige uma nutrição específica. Filhotes, por exemplo, estão em fase de crescimento. Outra coisa é o estilo de vida: animais sedentários que não praticam atividade física têm maiores chances de engordar, assim devem comer uma ração que controla o ganho de peso.
A escolha da ração também é baseada nos mesmos princípios: qualidade do produto, estilo de vida do animal e idade. “O que temos de fazer é controlar os diferentes tipos de dieta. Cães devem comer rações específicas para eles, pois possuem carnitina, enquanto gatos precisam de ração que contenha taurina. Por isso, para quem tem estas duas espécies, os potes devem ficar em locais diferentes para que cada um se alimente da ração correspondente a sua espécie”, ressalta a Dra. Elaine Pessuto. Uma dica interessante para quem tem gatos e cães no mesmo ambiente é colocar os comedouros dos gatos em locais altos, para que os cães não tenham acesso. Outra coisa é oferecer as refeições em ambientes distintos e assim que os animais acabarem de comer, os potes devem ser retirados.
De acordo com a veterinária algumas comidas de consumo humano são completamente proibidas para os pets. “Chocolate, alho e cebola possuem substâncias tóxicas para cães e gatos. Açúcar para cães e gatos pode levar ao aparecimento de problemas dentários, embutidos (salsicha, mortadela) possuem condimentos que podem levar a sérias alterações gastrointestinais. Gorduras em excesso levam a alterações hepáticas como esteatose”.
Por outro lado, alguns alimentos podem incrementar a dieta do animal, como frutas e legumes, que são opções de petiscos saudáveis. A maçã é ótima para a saúde bucal, assim como pêra, banana (em excesso pode engordar) e cenoura. “Os petiscos podem ser ofertados diariamente, porém nunca devem substituir a ração como fonte principal de alimentação. É como uma criança que deixa de almoçar para comer salgadinho ou bolacha recheada”, orienta a dra. Elaine.
“Toda troca de dieta deve ser gradativa, para que o organismo se adapte a nova dieta e não tenha comprometimento intestinal. Quando a fase de adaptação acabou e as fezes já estão em formato e consistência normal deve-se ficar atento aos sinais tardios, como a queda de pelos, a energia, o emagrecimento ou o ganho de peso excessivo”, recomenda. Durante a troca da dieta é importante ficar atento, pois no início da troca as diarréias são mais comuns, mas devem ser minimizadas com a troca gradativa, já no caso das alergias alimentares os sinais são coceira, lesões de pele, queda de pelo, por vezes fezes pastosas. Segundo a veterinária as alergias alimentares podem ocorrer com qualquer tipo de alimento, não apenas nos industrializados. Obviamente os produtos não naturais possuem mais substâncias que poderiam comprometer a saúde dos animais.

CONOEC - http://conoec.com.br

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terça-feira, 7 de julho de 2015

Ter ou não um bichinho de estimação?

Ter ou não ter um bichinho de estimação?

Talvez essa seja uma das decisões mais difíceis de tomar, afinal envolve tantos aspectos.
Ter um bichinho em casa é uma responsabilidade enorme que você assume, então pense muito bem antes de tomar essa atitude.
Bom , faça uma lista dos prós e contras para decidir, pois uma vez que você opte por ter um bichinho de estimação tem que poder se dedicar, dar amor, carinho e cuidado.
Por outro lado , terá um amigo fiel e um companheiro inseparável.

  • Observe se você tem um bom espaço para o animal e tempo o suficiente para se dedicar à ele. Os animais precisam sempre de atenção, para que se mantenham saudáveis e felizes
  • Você terá disposição de cuidar do seu animal por todo o tempo que ele viver, mesmo sabendo que, como qualquer ser vivo, ele pode vir à ter problemas de saúde
Alguns animais podem viver por 20 anos ou mais e nesse tempo, eles podem ter qualquer tipo de problema. É preciso que você esteja sempre disposto à levá-los ao veterinário, principalmente se notar algo diferente no comportamento dele.
  • Se você já tem animais em casa, precisa pensar na compatibilidade entre eles e o novo animal, para que nenhum deles precise viver trancado depois.
  • Caso você tenha alguma emergência ou simplesmente quando for viajar, tem alguém que se comprometa a cuidar do seu animal por você? Ou então conhece algum hotelzinho de confiança, com boas referências?
  • Converse com todos os moradores da sua casa, e só adote se todos estiverem de acordo com a adoção. Isso evitará possíveis futuros conflitos, e o mais importante: evitará que você precise se desfazer do animal mais tarde.
  • Caso você more sozinho(a), avalie o seu estilo de vida antes de adotar. Se você trabalha ou estuda o dia inteiro ou mora em apartamento, por exemplo, não é indicado que você adote um cachorro.
Pesquise quais animais seriam interessantes de adotar, para que ele tenha um bom desenvolvimento e uma boa qualidade de vida.
  • Não adote apenas por caridade, adote apenas se você realmente quiser adotar. Muitas pessoas que fazem esse ato apenas por dó do animal, acabam se desfazendo dele depois. Os animais também se apegam aos donos, e a separação pode deixá-los doentes.
Caso veja que existe algum animal precisando de um novo dono, procure saber de alguma instituição que possa ajudar.
  • Se existirem crianças pequenas na casa, evite acidentes adotando cães de no mínimo, 6 meses de vida. Nessa idade, geralmente o animal já consegue fugir sozinho de alguma brincadeira ou situação que possa machucá-lo.

  • Alguns animais podem até passar dos 20 anos de idade. Sendo assim, você vai ter que investir sempre em boa ração, vacinas, dar banhos, levar ao veterinário periodicamente, dar um bom abrigo, dar atenção e carinho ao seu animal até o último dia de vida dele.
Adotar um animalzinho é uma responsabilidade enorme que você assume, então pense muito bem antes de tomar essa atitude.
Um animal não é um objeto que você pode enjoar e jogar fora, é uma vida que você vai ter que cuidar com todo carinho, e que com certeza também vai te trazer muitos benefícios!
IMPORTANTE: Se seu animalzinho tiver que ficar acorrentado ou preso a maior parte do dia, não adote!

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