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terça-feira, 14 de julho de 2015

Como escolher seu cão


  • Ao optar por ter um cão, lembre-se de que o tempo médio de vida dessa espécie é de 12 a 15 anos. Discuta com sua família para verificar se todos estão de acordo;
  • informe-se sempre sobre as raças, as peculiaridades e necessidades de cada uma;
  • Os cães necessitam de alimentação, abrigo, vacinas, vermífugo, banhos, escovação, consultas veterinárias e prática regular de exercícios físicos. Certifique-se de que está disposto a lidar com todas as necessidades do pet; 
  • Não basta fornecer apenas os cuidados físicos. Cuide também da saúde psicológica do novo amigo: ele precisa de carinho, atenção e diversão. Saiba que a solidão é uma das principais causas de depressão nos bichinhos;
  • Registre seu cachorro junto ao Kennel Clube de sua região, se ele for de raça.
  • É importante a aplicação de microchip, pois essa prática pode evitar o sumiço de muitos pets. Nos EUA, mais de 50 mil animais já foram encontrados e devolvidos às suas famílias graças ao uso dessa tecnologia;
  • Caso não esteja em seus planos realizar cruzamento responsável com os devidos registros, castre seu amigo de quatro patas, seja macho ou fêmea. Essa é a única atitude definitiva que controla a quantidade de animais abandonados;
  • Jamais deixe que seu cão passeie sozinho. Ele deverá estar sempre na presença de um responsável e, ainda assim, utilizando guia e placa de identificação;
  • Limpe sempre as fezes de seu animal, pois elas podem transmitir doenças, além de deixarem a cidade suja;
  • Os cães das raças Pitbull, Rottweiler, American Stafforshire Terrier, Mastim Napolitano e derivadas só devem passear em locais públicos, com o uso de guias de até 2 metros (não extensíveis), enforcadores e focinheiras.

Escolhendo a raça do seu futuro cão

O grande segredo é a compatibilidade do animal com seu estilo de vida e também com o ambiente.

Todas as raças de cães possuem seus padrões de aparência e temperamento, em contrapartida, também herdam diversos problemas de saúde, como é o caso do Pug, que sente dificuldade para respirar devido ao seu focinho achatado. Nosso famoso “vira-lata” (ou SD – Sem aça Definida, para os técnicos) pode ser uma ótima opção, dado a sua resistência.
O grande segredo ao escolher um cão, seja adotado ou comprado, é a compatibilidade: aposte nela! Se você possui uma vida bastante ativa, tem família grande, gosta muito de passear etc., deve escolher um animal que seguirá esse ritmo; se fica pouco em casa, opte por uma raça que lide bem com a solidão.

Ao escolher um novo cachorro, baseie-se sempre no seu estilo de vida e no tempo que terá disponível para cuidar dele. Uma ótima dica é pesquisar algumas raças, sempre focando no nível de exercício que ele deve praticar, nos cuidados necessários com os pelos, na sociabilidade, na disposição e na docilidade.

Não se esqueça de pensar também no tamanho do novo pet. Apesar de haver exceções, a maioria dos cães grandes não deve ser criada em locais pequenos. Dar pouco espaço para quem precisa de muito não é saudável. Então, vamos a algumas raças?

Sugestões de raças de cães de porte pequeno

Veja algumas informações sobre as raças pequenas e mais populares do Brasil.
Pequenos!

1. Yorkshire Terrier

  • Altura: aproximadamente 20 cm.
  • Peso: até 3,1 kg.
  • Cores: azul aço escuro e castanho.
  • Nível de atividade necessário: médio.
  • Tipo de pelo: liso e comprido.
  • Escovação: diária.
  • Obs.: ótima raça para locais menores. elaciona-se bem com crianças e idosos.

2. Shih Tzu

Delicada!
  • Altura: de 23 cm a 27 cm.
  • Peso: de 4 kg a 8 kg.
  • Cores: muitas possibilidades de cores.
  • Nível de atividade necessário: baixo.
  • Tipo de pelo: longo e com ligeiras ondulações.
  • Escovação: diária.
  • Obs.: adapta-se bem a apartamentos, fica sozinho por longos períodos, relaciona-se bem com crianças e idosos.

Lindo!

3. Maltês

  • Altura: 20 cm a 25 cm.
  • Peso: de 3 kg a 4 kg.
  • Cores: branco ou marfim.
  • Nível de atividade necessário: moderado.
  • Tipo de pelo: liso e longo.
  • Escovação: diária.
  • Obs.: não precisa de muito espaço para gastar energia e adora a companhia de crianças e idosos.

Protetores!

4. Dachshund

  • Altura: depende da variação da raça, mas fica entre 25 cm e 35 cm.
  • Peso: também é variável, ficando entre 3,5 kg a 9 kg.
  • Cores: amarelo, fulvo, arlequim ou preto e fogo.
  • Nível de atividade necessário: médio.
  • Tipo de pelo: curto ou longo, de acordo com a variedade.
  • Escovação: diária, quando tiver pelo longo.
    Obs.: ótimos companheiros e extremamente protetores. Adaptam-se bem em apartamento e podem ser ótimos com crianças e idosos.

5. Pug

Sociável!
  • Sugestões de raças de cães de porte médio e grande
  • Altura: cerca de 30 cm.
  • Peso: entre 6 kg e 8 kg.
  • Cores: fulva, preto, prata ou abricot.
  • Nível de atividade necessário: médio.
  • Tipo de pelo: curto e fino.
  • Escovação: não necessária.
  • Obs.: raça extremamente sociável, ótima para ambientes menores e incrível com crianças e idosos.
Conheça as raças mais populares de porte médio e grande.
Dóceis!

1. Golden Retriever

Altura: entre 51 cm e 56 cm.
  • Peso: entre 25 kg e 31,5 kg.
  • Cores: qualquer tom de creme e dourado.
  • Nível de atividade necessário: médio.
  • Tipo de pelo: longo, com ou sem ondulações.
  • Escovação: semanal.
  • Obs.: cães incrivelmente dóceis, mas gostam de espaço. Possuem um alto nível de sociabilidade e costumam ser cuidadosos com crianças e idosos, porém as brincadeiras podem machucá-los devido ao seu porte.

2. Rottweiler

Muito forte!





  • Altura:
     de 60 cm a 68 cm.
  • Peso: 42 kg a 52 kg.
  • Cores: preto e castanho.
  • Nível de atividade necessário: médio.
  • Tipo de pelo: curto, liso e brilhante.
  • Escovação: esporádica.
  • Obs.: essa é uma raça muito forte e que deve ser devidamente treinada para que não haja problemas. Não é indicada para ambientes pequenos.


3. Beagle


Que fofo!

  • Altura: de 33 cm a 44 cm.
  • Peso: 15 kg em média.
  • Cores: tricolor (preto, branco e fulvo) ou bicolor (branco e fulvo).
  • Nível de atividade necessário: alto.
  • Tipo de pelo: curto.
  • Escovação: esporádica.
  • Obs.: cães agitados e sociáveis. Vivem bem em ambientes pequenos, desde que sejam levados para passear diariamente. São carinhosos com crianças e idosos.
Leal!


4. Pastor Alemão 

Altura: de 55 cm a 65 cm

  • Peso: 35 kg a 40 kg.
  • Cores: varia entre preto, tons de marrom, amarelo e cinza claro.
  • Nível de atividade necessário: médio.
  • Tipo de pelo: longa e muito densa.
  • Escovação: semanal.
  • Obs.: apesar de ser muito requisitado para vigilância, o Pastor Alemão costuma ser um cão dócil e muito leal. Não é ideal para ambientes pequenos. Pode lidar bem com crianças e idosos, entretanto, lembre-se: cães de porte grande podem machucá-los durante uma brincadeira inofensiva.

5. Boxer

Tem que ter muita energia!
  • E agora: macho ou fêmea?
  • Altura: de 53 cm a 64 cm.
  • Peso: 25 kg a 30 kg.
  • Cores: fulvo, branco ou tigrado.
  • Nível de atividade necessário: alto.
  • Tipo de pelo: curto, brilhante e duro.
  • Escovação: não é necessária.
  • Obs.: assim como o ottweiler, é ideal que o Boxer seja treinado para que aumente seu nível de sociabilidade.

Fique de olho nas características diferenciadas dos cães machos e fêmeas.

Como escolher?

Veja algumas das principais diferenças que podem ajudar você a decidir sobre qual será o sexo do seu pet:
Muitas pessoas optam por um cachorro macho, devido ao período de cio da fêmea, mas vale frisar que o mesmo ocorre apenas duas vezes ao ano em média.
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  • os machos costumam marcar território, serem mais dependentes, mais exuberantes, maiores e mais pesados;
  • as fêmeas são mais independentes, mais obstinadas, não marcam território, são menos carentes e podem até ser mais dominantes do que os machos.
De qualquer forma, é importante saber que as características entre macho e fêmea podem variar bastante de acordo com cada raça. O ideal é que você sempre pergunte para o criador da raça escolhida e aposte, mais uma vez, na compatibilidade.
Além disso, algumas características diminuem bastante ou até somem caso os animais sejam castrados

quinta-feira, 9 de julho de 2015

COMO ESCOLHER A RAÇÃO DO SEU PET?

Cães e gatos necessitam de uma alimentação balanceada, com nutrientes que forneçam energia. “O tutor deve escolher a marca da ração de acordo com a qualidade do produto. Existem diferentes marcas disponíveis no mercado, mas a matéria prima que a ração é feita determina a qualidade da mesma; essa qualidade é mensurada no físico do animal, no brilho do pelo, na quantidade de matéria fecal, na energia do animal”, aconselha a Dra. Elaine Pessuto, médica veterinária, professora e diretora do CETAC – Centro de Ensino e Treinamento em Anatomia e Cirurgia Veterinária.
Vale ressaltar que a escolha da ração deve se basear primeiramente na fase de vida do animal, ou seja, a idade, pois cada fase de vida exige uma nutrição específica. Filhotes, por exemplo, estão em fase de crescimento. Outra coisa é o estilo de vida: animais sedentários que não praticam atividade física têm maiores chances de engordar, assim devem comer uma ração que controla o ganho de peso.
A escolha da ração também é baseada nos mesmos princípios: qualidade do produto, estilo de vida do animal e idade. “O que temos de fazer é controlar os diferentes tipos de dieta. Cães devem comer rações específicas para eles, pois possuem carnitina, enquanto gatos precisam de ração que contenha taurina. Por isso, para quem tem estas duas espécies, os potes devem ficar em locais diferentes para que cada um se alimente da ração correspondente a sua espécie”, ressalta a Dra. Elaine Pessuto. Uma dica interessante para quem tem gatos e cães no mesmo ambiente é colocar os comedouros dos gatos em locais altos, para que os cães não tenham acesso. Outra coisa é oferecer as refeições em ambientes distintos e assim que os animais acabarem de comer, os potes devem ser retirados.
De acordo com a veterinária algumas comidas de consumo humano são completamente proibidas para os pets. “Chocolate, alho e cebola possuem substâncias tóxicas para cães e gatos. Açúcar para cães e gatos pode levar ao aparecimento de problemas dentários, embutidos (salsicha, mortadela) possuem condimentos que podem levar a sérias alterações gastrointestinais. Gorduras em excesso levam a alterações hepáticas como esteatose”.
Por outro lado, alguns alimentos podem incrementar a dieta do animal, como frutas e legumes, que são opções de petiscos saudáveis. A maçã é ótima para a saúde bucal, assim como pêra, banana (em excesso pode engordar) e cenoura. “Os petiscos podem ser ofertados diariamente, porém nunca devem substituir a ração como fonte principal de alimentação. É como uma criança que deixa de almoçar para comer salgadinho ou bolacha recheada”, orienta a dra. Elaine.
“Toda troca de dieta deve ser gradativa, para que o organismo se adapte a nova dieta e não tenha comprometimento intestinal. Quando a fase de adaptação acabou e as fezes já estão em formato e consistência normal deve-se ficar atento aos sinais tardios, como a queda de pelos, a energia, o emagrecimento ou o ganho de peso excessivo”, recomenda. Durante a troca da dieta é importante ficar atento, pois no início da troca as diarréias são mais comuns, mas devem ser minimizadas com a troca gradativa, já no caso das alergias alimentares os sinais são coceira, lesões de pele, queda de pelo, por vezes fezes pastosas. Segundo a veterinária as alergias alimentares podem ocorrer com qualquer tipo de alimento, não apenas nos industrializados. Obviamente os produtos não naturais possuem mais substâncias que poderiam comprometer a saúde dos animais.

CONOEC - http://conoec.com.br

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